quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Alguns desenhos meus...






Pessoas representadas nas imagens: Narla Gomes e Daniela Gomes (minhas irmãs), eu, Ricardo Arruas e Paulo Henrique.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Sugestão de leitura


Quem já leu "Cartas a theo"?
Tem certas coisas que leio, que me fazem sentir um pouco mais livre.
As vezes, um erro de português, de impressão, de edição. Qualquer coisa
vira sonho. Esse livro eu costumo ler devagar, com cautela, existe uma loucura, dentro dele, que deve ser tomada gota a gota. Foi um presente de amiga, Maria Cláudia Santos Lopes. Há mais de cinco anos que leio o livro.
O meu processo? Leio com se fosse "Minutos de sabedoria", ou, como mensagem esotérica em forma de "Cartinhas mágicas", elas ficam dentro de um baú. Vou contar um segredo, não conte a ninguém, por favor: As vezes o livro me chama. Kkkkkkk... Estou brincando. A loucura costuma ser menos - mágica - que isso. Enfim... Espero continuar, como Sísifo, como Vincent Van Gogh.
Caso tenha lido o livro, ou ouvido falar dele, entre em contato, vamos trocar umas figurinhas. Caso você queira ler a partir dessa sugestão, lembre-se que é preciso cautela, humildade e respeito, o livro fala da vida um artista singular.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Sobre .2.0.1.0.


Quando eu quero me esconder... é aqui que eu venho. O bom, do blog, é que aqui, você não precisa provar nada. Meu slogan. Dá pra mentir,ser verdadeiro, aumentar, sussurrar,guardar segredos, se ausentar por meses, chorar, inventar, assassinar o Português, sorrir, sonhar(eu também me sinto cansado dessa palavra), "mas amanhã eu continuo...".
Talvez...
.2.0.1.1. Está afiando a faca.
.2.0.1.2. Suspirando.
Estou ambicioso para o próximo ano, não quero menos que um carro de diamantes...mesmo que imaginário.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Prólogo de uma peça escolar

A coragem é o nosso lema. É a ela que recorremos nesse instante. É preciso ser forte para entender que as críticas também podem ajudar. O importante é continuar. Viver acaba sendo essa capacidade de prosseguir, continuar é a nossa rebeldia. Não importa a história que contamos, que repetimos. O que será lembrado é a sensação que experimentamos ao contar nossas histórias, e também a que provocamos em quem a escutou. Mais importante é a arte e a purificação. A nossa expectativa é grande, mas somos humildes e pedimos licença para nos colocar.
O que eu quero é coragem, não só para sonhar, mas para ir em busca dos meus desejos - como um guerreiro, é para frente que vou.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

segunda-feira, 8 de novembro de 2010


Segunda é um espelho,
eu olho de pressa, atrazado,
sem saber ainda o rumo.

Eu respiro fundo, é uma forma
de rezar.
No caminho eu fumo um cigarro,
e retorno a semana de vícios.

Penso no que eu gostaria de fazer,
e no que tenho que fazer...
uma coisa é tão distante da outra,
um abismo é menor.

Tomo decisões no ônibus:
Não vou gastar tempo reclamando.
Não vou me arrepender.
Não vou viver assim.
Não vou mais pro Rio.
Que pena!

Sonhei com você...
te abracei e agradeci porque você estava ali.
Choveu na gente.
Quando acordei...
procurei meu coração e não achei.
Venha essa noite de novo
e devolva.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Quase oração



Existe sempre um quê de tumulto dentro de mim.
Os cachorrros sumiram, foram atormentar os sonhos de outras pessoas. Não sei se os venci, na verdade nem sei se era essa a questão: Vencê-los.
A casa parece feita de areia, e andar descalço deixa pegadas no chão. As fotos foram trocadas, mas ainda são antigas. O tempo passou e deixou evidências no espelho.
Não sei o que quero, não sei se quero. Tem um quê de pessismo temperando as ações. As minhas.
Faço tudo que está na agenda, me concentro, sorrio, fico sério, penso, ando e olho as coisas do mundo. Não é tristeza, não é depressão... é um cansaço tranquilo, quase daqueles que a gente sente quando percebe que errou novamente no mesmo lugar. Daí você diz (baixinho, só pra você escutar), será que dá?
Nos dias mais difíceis você olha pro céu, e depois de esperar um pouco por chuva, pede a mão e sai caminhando com Deus.

Amém.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Sobre esse lixo ...

Antigamente existia o Caos... era a forma como o mundo existia.
Tudo estava misturado, embora houvesse luz, as massas estavam tão cumprimidas que uma bagunça de escuridão e sombras é o que se percebia. Cansado dessa desordem o deus Sol separou-se na tentativa de se organizar. A luz jogou a compreensão sobre todas as formas e um início de organização começou. A luz do Sol atingiu o Céu, que lembrando da sua divindade, orquestrou os planetas e as estrelas sob o seu próprio corpo. A Terra percebeu a beleza de criar e enfeitou-se de filhos... depois nasceram outros filhos, belos, lindos, as vezes bagunçados internamente, mas com a mesma capacidade de estruturação externa.
Hoje... nessa epóca onde esquecemos os valores de um Deus, ou de vários. Quando a minha felicidade é mais importante que a do outro... A Terra está gasta, velha, carcomida em recursos, cria tempestades, terremotos, gazes, no desespero de se tornar novamente uma deusa-mãe. O Céu assiste escandalizado, com receio de que o homem descubra outros planetas para destruir. O Sol está se apagando, lentamente, controlando a custo, o impulso de explodir. O homem esqueceu, porque no inverno e nas certezas que só essa raça consegue ter, a porção daquele deus poderoso que fomos, que fizemos parte um dia - o Caos, e que lutamos para controlar.
Dentro da gente pulsa mais que um coração, pulsa um anseio por voltar as origens, para voltar a desordem. Para voltarmos a ser Caos. Mas, o que não pode ser esquecido é que separar-se dele foi uma evolução, e mesmo que ele tenha se dividido em porções dentro da gente, faz parte de um novo crescimento não ceder. Essa destruição é um grande passo atrás.

sábado, 31 de julho de 2010

Hoje?

Apenas com preguiça de ser eu, e com saudades imensas do mar.

quarta-feira, 14 de julho de 2010


Existem momentos na vida que passam a impressão de que tudo vai dar certo, e que se a gente desejar direito tudo vai acontecer. Parece que certas cenas são capazes de resgatar na gente toda aquela força que foi suprimida. De repente você pensa assim "Eu posso", "Nada me impede", "Fui dotado de grande capacidade", "É agora, simplesmente por que entendi". Você (e eu quero dizer - eu) olha ao redor e vê que está longe do começo, você percebe que houve progressão.
Mas... tudo isso é a propósito de um dia animado. De um dia Gatorade.
Porque será que certos dias de sono minam nossa força? Sim, e é assim: Você acorda como se fosse um zumbi, um sonâmbulo que vai fazer tudo no modo automático, da maneira mais fácil, pra que o dia passe rápido, para que o trabalho não seja capaz de machucar. Torce para que os sonhos não realizados não gritem reclamações. As costas pesam e reclamam cama. Você imagina feliz o sofá da sala, a coca-cola durante o CSI. O silêncio e a segurança do lar. Você precisa por o celular para recarregar, há uma chance de ser feliz ainda hoje. A gente não consegue ser feliz todos os dias. Existem os descansos, existem os dias em que se vive, apesar de automático são os dias em que se vê os minutos passar. Agora? Você espera o momento para aliviar-se dizendo: Amanhã será um novo dia(...). Será!